IDENTIFICAÇÃO, HABITAT, PESCA E GASTRONOMIA
O atum é um dos peixes mais impressionantes dos oceanos e um dos mais cobiçados por pescadores esportivos e profissionais em todo o mundo. Este guia reúne todas as informações essenciais sobre essa espécie magnífica, com foco especial na realidade brasileira.
1. IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS
Nome Popular
Atum (de forma genérica). No Brasil, as espécies mais conhecidas recebem nomes específicos: atum-azul (ou rabilho), atum-albacora (yellowfin), albacora-branca e albacora-bandolim.
Nome Científico
O atum pertence ao gênero Thunnus, da família Scombridae (a mesma das cavalas e bonitos). As principais espécies são:
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Atum-azul do Atlântico: Thunnus thynnus
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Atum-albacora: Thunnus albacares
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Albacora-branca: Thunnus alalunga
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Albacora-bandolim: Thunnus obesus
Características Gerais
Os atuns possuem corpo alongado e fusiforme (em formato de fuso), projetado para a natação rápida. Apresentam boca grande e alongada, duas barbatanas dorsais bem separadas e ajustáveis a um sulco no dorso, e barbatana caudal bifurcada com duas quilhas de queratina no pedúnculo.
Uma das características mais fascinantes é que os atuns são peixes de sangue quente (endotérmicos), com um sistema vascular especializado que permite elevar a temperatura do corpo acima da temperatura da água. Isso os torna nadadores excepcionais, capazes de percorrer até 170 km em um único dia e migrar por oceanos inteiros. Normalmente formam cardumes compostos apenas por peixes da mesma idade.
Tamanho e Peso Médio
As dimensões variam conforme a espécie:
| Espécie | Comprimento | Peso médio |
|---|---|---|
| Atum-azul | 150-250 cm (pode ultrapassar 450 cm) | 100-300 kg (até 680 kg) |
| Atum-albacora | 1,2-1,8 m | 20-60 kg |
O atum-azul é um verdadeiro gigante: pode atingir 3,65 metros de comprimento, pesar cerca de uma tonelada e viver entre 20 e 30 anos. O recorde brasileiro de atum-albacora é de 142 kg, capturado em Cabo Frio (RJ).
Diferenças entre Machos e Fêmeas
Do ponto de vista reprodutivo, os atuns são dioicos (há indivíduos machos e fêmeas), mas não apresentam dimorfismo sexual — ou seja, machos e fêmeas são externamente idênticos, não sendo possível diferenciá-los pela aparência.
2. ONDE VIVE
Habitat
O atum é um peixe pelágico que habita a zona oceânica aberta, com um habitat que abrange cerca de 330 milhões de quilômetros cúbicos. É encontrado em regiões tropicais e subtropicais de todos os oceanos.
Profundidade
Os atuns frequentam águas com profundidades entre 50 e 500 metros, mas podem mergulhar até 900 metros em busca de alimento.
Tipos de Ambiente
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Mar: O atum é exclusivamente marinho, vivendo em águas oceânicas abertas.
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Rio / Lago / Represa / Mangue / Costão / Praia: Não ocorre em ambientes de água doce ou rasos como mangues e praias. É um peixe de alto-mar.
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Áreas preferenciais: Zonas de ressurgência (encontro de correntes frias e quentes), cânions submarinos, montanhas submersas e áreas com temperatura entre 10°C e 24°C.
Distribuição no Brasil
No Brasil, o atum é encontrado principalmente no litoral das regiões Sul e Sudeste durante os meses mais frios, quando migra em busca de alimento. O atum-albacora também aparece no Nordeste.
Principais estados e regiões:
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Santa Catarina (Norte Catarinense): Maio a agosto, atum-azul de 100-250 kg
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Rio Grande do Sul (Litoral Norte Gaúcho): Junho a setembro, atum-azul gigante de 150-300 kg
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Rio de Janeiro (Região dos Lagos – Cabo Frio/Arraial do Cabo): Novembro a abril, albacoras de 30-142 kg
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Espírito Santo (Litoral Sul Capixaba): Dezembro a março, albacoras de 25-90 kg
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Bahia (Região de Salvador): Setembro a fevereiro, albacoras de 30-80 kg
3. ALIMENTAÇÃO
O Que Come
O atum é um predador ativo e oportunista. Sua dieta é composta principalmente por:
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Peixes de mar aberto (cerca de 70%): sardinhas, cavalas, cavalinhas, chicharros, arenques e peixes-voadores
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Cefalópodes (cerca de 20%): lulas e polvos
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Crustáceos (cerca de 5%): camarões e krill
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Peixes de fundo: pescadas e merluzas em mergulhos profundos
Iscas Naturais Preferidas
Para a pesca do atum, as iscas naturais mais eficientes são:
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Sardinha-verdadeira: a principal isca-viva utilizada no Brasil
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Manjuba e anchova: também empregadas como iscas vivas
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Filés ou pedaços de peixe e moluscos
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Lulas (inteiras ou em pedaços)
Horários de Alimentação
O atum-albacora, por exemplo, tem alimentação predominantemente diurna. Como caçador de perseguição, o atum usa explosões de velocidade para capturar cardumes em movimento.
4. MELHOR HORÁRIO PARA PESCAR
Amanhecer, Final da Tarde e Noite
A pesca do atum é mais produtiva durante o dia, especialmente nas primeiras horas da manhã e no final da tarde, quando os peixes forrageiros estão mais ativos na superfície. A pesca noturna é menos comum para essa espécie.
Influência da Temperatura
O atum prefere águas com temperatura entre 10°C e 24°C, sendo que o atum-azul busca águas mais frias. O atum-albacora, por sua vez, prefere temperaturas superficiais entre 20°C e 30°C, com o ideal entre 24°C e 28°C.
5. MELHOR ÉPOCA DO ANO
Estação
A melhor época para a pesca do atum no Brasil varia conforme a espécie e a região:
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Atum-azul (Sul/Sudeste): inverno (maio a setembro), quando as correntes frias trazem os cardumes migratórios
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Atum-albacora (Sudeste/Nordeste): primavera e verão (novembro a abril)
Piracema e Período de Reprodução
A piracema é o período de reprodução dos peixes, caracterizado pela migração para desova. O defeso (proibição da pesca) geralmente ocorre de novembro a fevereiro. No entanto, as regras específicas para o atum variam conforme a espécie e a região — é fundamental consultar a legislação do IBAMA antes de qualquer atividade pesqueira.
6. MELHOR FASE DA LUA
Não há um consenso absoluto sobre a melhor fase lunar para a pesca do atum, mas as seguintes orientações são comuns entre pescadores:
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Lua Nova: Considerada uma das melhores fases, pois a ausência de luz lunar torna os peixes menos desconfiados e mais ativos em busca de alimento.
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Lua Cheia: Também é favorável, pois a iluminação atrai algumas espécies à superfície, facilitando a pesca noturna. Muitos pescadores relatam que a lua cheia e a lua nova são os melhores períodos.
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Lua Crescente: Período bom para a pesca.
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Lua Minguante: Considerada a menos produtiva, com capturas em menor quantidade.
7. EQUIPAMENTOS IDEAIS
Vara
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Varas de ação média a pesada, projetadas para suportar a força de peixes de grande porte.
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Para big game (atum-azul): varas de 30 a 50 libras.
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Comprimento recomendado: 1,8 m a 2,4 m para melhor controle.
Linha
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Linha multifilamento com resistência de 20 a 30 libras, com pelo menos 120 metros de comprimento.
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Diâmetro mínimo recomendado: 0,40 mm.
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Para espécies maiores, recomenda-se linha de até 700 metros.
Molinete ou Carretilha
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Molinete ou carretilha de tamanho médio a grande (2000 a 4000 ou superior).
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Capacidade para armazenar pelo menos 100 metros de linha.
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Preferencialmente fabricado em alumínio ou carbono: forte e ao mesmo tempo leve.
Leader
Recomenda-se o uso de leader de aço ou fluorcarbono de alta resistência para evitar que o peixe corte a linha com os dentes ou durante a briga.
Anzol
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Números: entre 3/0 e 8/0.
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Modelo: anzóis de haste longa e circular são recomendados para facilitar a fisgada e a soltura (pesque e solte).
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Marcas recomendadas: Mustad, VMC, Owner, Gamakatsu (líderes no mercado de equipamentos para pesca oceânica).
8. ISCAS NATURAIS
| Isca | Indicação | Observação |
|---|---|---|
| Sardinha-verdadeira | Excelente | Principal isca-viva utilizada no Brasil |
| Manjuba | Muito boa | Isca viva de fácil obtenção |
| Anchova | Muito boa | Isca viva alternativa |
| Lula | Excelente | Inteira ou em pedaços |
| Camarão | Boa | Utilizado quando disponível |
| Filés de peixe | Boa | Sardinha, cavala, etc. |
9. ISCAS ARTIFICIAIS
| Tipo | Descrição | Indicação |
|---|---|---|
| Spinner | Isca com lâminas giratórias | Evita enroscos em estruturas |
| Jig | Isca metálica pesada para pesca vertical | Técnica de jigging |
| Colher (Spoon) | Isca metálica com movimento oscilante | Corrico e arremesso |
| Soft Plastic | Iscas de silicone com ação realista | Diversas técnicas |
| Plug | Isca rígida com bico mergulhador | Corrico de superfície a profundidade média |
| Popper | Isca de superfície com cavidade | Ataca peixes na superfície |
| Skirts / Daisy Chains | Iscas com saias de plástico | Corrico de superfície (trolling) |
10. TÉCNICAS DE PESCA
Corrico (Trolling)
Técnica mais tradicional para a pesca do atum. Consiste em arrastar iscas artificiais ou naturais atrás da embarcação em movimento (6-8 nós). Ideal para alto-mar, sobre montes submarinos e seguindo cardumes de pássaros que indicam a presença de peixes.
Jigging (Pesca Vertical)
Técnica que consiste em fundear a embarcação sobre o pesqueiro e movimentar a isca (jig) verticalmente na coluna d’água. Pode ser slow jigging (movimentos lentos) ou speed jigging (movimentos rápidos).
Pesca de Fundo
Consiste em colocar o isco próximo ao fundo com o auxílio de chumbadas, aguardando que os peixes encontrem a isca.
Pesca com Boia
Técnica que utiliza uma boia como indicador de fisgada, mantendo a isca em profundidade controlada.
Fly Fishing
Técnica com mosca artificial, mais desafiadora e menos comum para atuns, mas possível em situações específicas.
Arremesso (Casting)
Arremesso de iscas artificiais a partir da embarcação ou da costa (em situações específicas).
11. COMO FISGAR, BRIGAR E MANUSEAR
Como Fisgar Corretamente
Ao sentir a fisgada, execute um ferrão firme e rápido com a vara, levantando a ponta para cravar o anzol. Para anzóis circulares, basta manter a linha tensionada — o próprio formato do anzol faz a fisgada.
Como Brigar com o Peixe
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Mantenha a linha sempre tensionada, mas sem excesso para não arrebentar.
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Deixe o peixe correr nos primeiros momentos, usando o arrasto do molinete/carretilha para cansá-lo.
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Varie a pressão: quando o peixe parar, recolha linha; quando correr, deixe-o gastar energia.
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Brigas com atuns podem durar horas — tenha paciência e prepare-se fisicamente.
Como Tirar da Água
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Utilize uma rede de desembarque adequada ao porte do peixe.
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Para exemplares muito grandes, use talabarte (gancho de desembarque) com cuidado.
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Evite levantar o peixe apenas pela linha ou pelo anzol.
12. CUIDADOS AO MANUSEAR
Espinhos e Dentes
O atum não possui espinhos venenosos, mas sua boca é armada com dentes afiados que podem causar ferimentos. Tenha cuidado ao manusear a região da boca.
Ferrões
Diferente de outros peixes como bagres, o atum não possui ferrões venenosos.
Muco
O atum possui uma camada de muco protetora na pele. Ao manusear, molhe as mãos para não remover essa proteção, especialmente se for praticar pesque e solte.
Recomendações Gerais
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Utilize luvas de proteção para manusear o peixe.
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Segure o peixe pela cauda (pedúnculo caudal) e pela região próxima à cabeça, evitando a boca.
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Para devolução (pesque e solte), mantenha o peixe na água o máximo possível e minimize o tempo de manuseio.
13. LEGISLAÇÃO
Tamanho Mínimo
O tamanho mínimo de captura varia conforme a espécie. Para o atum-rabilho (Thunnus thynnus), o tamanho mínimo é de 30 kg. Para o atum-albacora (bigeye tuna), o tamanho mínimo é de 115 cm para a pesca lúdica. Sempre consulte a legislação atualizada do IBAMA.
Defeso
O defeso é o período de proibição da pesca para proteger a reprodução das espécies. Para muitas espécies, o defeso ocorre entre novembro e fevereiro. O atum também pode estar sujeito a períodos de defeso.
Cota de Captura
O Brasil estabelece limites de captura para espécies de atum com base nas recomendações da Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns do Atlântico (ICCAT). A Portaria Interministerial MPA/MMA nº 24/2025 definiu cotas para albacora-branca, albacora-bandolim, espadarte e tubarão-azul.
Pesque e Solte
A prática do pesque e solte é fortemente recomendada para a preservação das espécies, especialmente para o atum-azul, que está ameaçado de extinção. O atum-azul do Atlântico e do Pacífico estão na lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza).
14. VALOR GASTRONÔMICO
Sabor
O atum tem sabor marcante, carne suculenta e textura firme. É um peixe gordo (rico em gorduras) e de grande valor comercial. A carne do atum-azul, especialmente a barriga (toro), é considerada a mais apreciada para sushi e sashimi no mundo.
Quantidade de Espinhos
O atum é um peixe com poucos espinhos, o que o torna muito versátil na culinária. A maior parte da carne é composta por filés e postas livres de espinhas.
Valor Nutricional
O atum é rico em proteínas e ômega 3, sendo um alimento altamente nutritivo.
15. MELHORES RECEITAS
1. Sashimi de Atum
O atum cru é uma das preparações mais clássicas da culinária japonesa. Para segurança, o peixe deve ser congelado adequadamente para eliminar parasitas antes do consumo.
2. Tataki de Atum
O atum é rapidamente selado em frigideira bem quente por poucos segundos de cada lado, mantendo o centro cru. Temperado com sal, pimenta e gergelim.
3. Atum Grelhado
Postas de atum grelhadas em frigideira antiaderente com azeite, sal e pimenta. O ponto ideal é quando a lateral do peixe está cozida até a metade da altura.
4. Atum em Conserva
O atum fresco pode ser cozido suavemente e conservado em azeite com ervas aromáticas.
5. Saladas e Patês
O atum em lata ou fresco desfiado é amplamente utilizado em saladas, patês e sanduíches.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O atum é um peixe fascinante que representa um dos maiores desafios da pesca esportiva e uma das iguarias mais valorizadas da gastronomia mundial. No Brasil, sua pesca requer conhecimento técnico, equipamentos adequados e, acima de tudo, respeito à legislação e à sustentabilidade das espécies. A prática do pesque e solte e o cumprimento das cotas e períodos de defeso são fundamentais para garantir que as futuras gerações também possam apreciar esse magnífico predador dos oceanos.